Dos gigantes times brasileiros, o São Paulo é o mais novo, o único que ainda não é centenário, mas há uma triste coincidência de muitos jogadores que vestiram a camisa tricolor e faleceram em acidentes automobilísticos, aéreos e até assassinado. É em homenagem a memória deles que faço este artigo.
Weverson
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| Weverson |
Começando por um dos menos lembrados, Weverson em 2006 era o quarto goleiro do elenco, sendo Bruno também vindo da base o terceiro e Bosco, o reserva imediato de Rogério Ceni.
Naquele ano, Weverson foi o titular da Copa São Paulo de juniores em janeiro, e passou a integrar os treinamentos com o time principal, era bem próximo de Rogério Ceni, não só por darem voltas nos gramados do CT junto dos demais goleiros, mas era um dos que sempre ficava no gol tentando defender as cobranças de falta e pênalti de Rogério nos treinamentos.
Na madrugada de 11 de Agosto de 2006, o terceiro goleiro Bruno dirigia o seu carro modelo Golf, voltando de São Lourenço da Serra, casa de seu pai, tendo como passageiros, as jogadoras profissionais de vôlei do Finasa Osasco, Paula Carbonari,Clarissa Benício e Natália Lane , além do goleiro Weverson. No KM 311 da Rodovia Regis Bittencourt, por volta das 1:30 da madrugada, Bruno perdeu o controle de seu veículo, capotando o carro por diversas vezes e caindo num desnível da estrada.
Paula e Clarissa sofreram escoriações e tiveram alta do hospital dias depois do ocorrido, Bruno sofreu uma lesão na coluna e ficou tetraplégico, anos depois se tornou um atleta paraolímpico de vela adaptada. Infelizmente Weverson e Natália, não resistiram aos ferimentos causados pelo acidente. Ambos tinham 19 anos e tiveram seu futuro promissor interrompidos por esta fatalidade. Natalia foi enterrada no cemitério da Saudade em São Caetano. Weverson foi enterrado no cemitério Congonhas em São Paulo, contando com todo o elenco e profissionais do clube presentes.
Lembrando do calvário que o São Paulo passou após a aposentadoria de Rogério Ceni, por muitos anos em conseguir um substituto á altura na posição, tanto Bruno quanto Weverson, tiveram suas respectivas trajetórias interrompidas devido a este terrível acidente.
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| Natalia Lane Manfrim |
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| Weverson |
Catê
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| Catê |
Marco Antonio Lemos Tozzi, ganhou o apelido de Catê na base tricolor no início dos anos 90 devido á sua velocidade e claro, categoria. Fazia parte do grupo que ganhou tudo entre 92 e 94, era titular daquele grupo que venceu a Copa conmebol em 94, com o time de garotos como Rogério Ceni, Pavão, Denílson, Caio Ribeiro, Jamelli entre tantos outros.
Depois que Telê Santana se afastou após problemas de saúde, Catê não teve mais oportunidades com Parreira e deixou o clube. Apesar de ter tido uma discreta carreira pós São Paulo, Catê rodou o mundo, jogou na Sampdoria da Itália, Universidad do Chile, Cruzeiro, Flamengo e encerrou sua carreira no Brusque de Santa Catarina.
Na manhã de 27 de Dezembro de 2011, Catê conduzia seu Fiat Uno, no KM 131 da Rodovia ERS 122, no município de Ipê, estado do Rio Grande do Sul. Segundo a polícia federal local, seu carro colidiu de frente com um caminhão. Não localizei maiores informações do que teria causado o acidente.
E no dia 28/12/2011, na cidade de Cruz Alta, Rio Grande do Sul, Catê era enterrado aos 38 anos de idade, deixando uma esposa e dois filhos. Catê tinha intenção de ser treinador e chegou a fazer um estágio com Muricy Ramalho no São Paulo. Infelizmente, teve seu futuro interrompido por esta fatalidade.
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| Catê e Muricy Ramalho |
Fernandão
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| Fernandão |
Fernandão foi ídolo no Goiás e Internacional, ganhou Libertadores e Mundial pelo time gaúcho, fez parte do Olimpique de Marseilha da França e antes de se aposentar, jogou no Al-Gharafa do Catar.
Em 2010, Fernandão foi contratado pelo São Paulo e era titular daquele grupo que foi semifinalista da Libertadores daquele mesmo ano. Fez 39 jogos e marcou 9 gols. Jogou até 2011, me lembro bem de uma partida do campeonato paulista contra o Palmeiras no ainda Parque Antárctica, onde ele e Lucas Moura, ainda Marcelinho, fizeram uma partida memorável vencendo o clássico.
Depois de sua aposentadoria, Fernandão virou comentarista dos canais Sportv.
No dia 7 de Junho de 2014, na cidade de Aruanã no estado de Goiás, Fernandão sofreu um acidente em uma queda de helicóptero, próximo a sua fazenda com mais três amigos, além do piloto. Segundo o relatório final do Cenipa, o acidente ocorreu por falhas do piloto, que não tinha autorização para pilotar aquele tipo de aeronave, além de tomar decisões equivocadas em um ambiente sem iluminação, mesmo com condições metereológicas favoráveis. Mesmo sendo socorrido com vida, Fernandão não resistiu aos ferimentos e morreu no hospital.
Fernandão aos 36 anos, foi enterrado no cemitério Jardim das Palmeiras em Goiânia, ele seria um dos comentaristas do Canal Sportv, que iria cobrir a Copa do Mundo de 2014 no Brasil. Infelizmente teve seu futuro interrompido por um acidente estúpido.
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Bosco, Fernandão e Fernandinho
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Cléber Santana |
| Cléber Santana |
Cleber Santana foi um dos três nomes que vestiram a camisa tricolor, e foram envolvidos fatalmente no acidente aéreo da Chapecoense na Colômbia. O acidente teve apenas 3 vítimas não-fatais, entre jogadores, comissão técnica e jornalistas. A repercussão mundial do desastre, fez com que o Cenipa divulgasse com certa rapidez o relatório final, onde culpa o dono da empresa Lamia, que era também o piloto da aeronave, por negligência, saindo com o combustível limite e não declarar emergência para prioridade de pouso.
O jogador chegou em 2010 no São Paulo, onde foi comprado do Atlético de Madrid. Era um volante técnico, que sabia sair jogando, bom passe e com boa marcação. Porém, jogou numa época onde o clube tinha um time bem desequilibrado. Entre 2010 e 2012 jogou e foi emprestado para Atlético Paranaense e Avaí. Fez mais de 50 partidas e marcou 3 gols.
Aos 36 anos, Cléber Santana foi cremado em Recife, Pernambuco.
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| Cléber Santana |
Mateus Caramelo |
| Caramelo |
Mateus Lucena dos Santos, o popular Caramelo, começou na base do Mogi-Mirim e em 2013 foi contratado pelo São Paulo.
Começou bem, mas por ser muito jovem, acabou tendo pouco espaço no time titular, mesmo aparecendo bem em jogos grandes. Acabou emprestado ao Atlético Goianiense em 2015 e em 2016 para a Chapecoense.
O bom desempenho por lá, faria o São Paulo lhe dar uma nova chance no elenco em 2017, mas infelizmente, em novembro de 2016 foi mais uma das vítimas fatais daquele acidente aéreo.
E apenas com 22 anos, Mateus Caramelo, foi enterrado na cidade de Clementina, interior de São Paulo.
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| Caramelo e Calleri |
Mário Sérgio
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| Mario Sergio |
Mário Sérgio Pontes de Paiva jogou pelo São Paulo de Agosto de 1981 á Agosto de 1982. Não o vi jogar, pois nasci em 1984, mas me lembro de ouvir várias vezes relatos do meu pai, de que ele foi um dos melhores jogadores que viu com a camisa do clube. Era habilidoso, inteligente taticamente e cheio de marra. Tanto que ganhou no São Paulo o apelido de Rei do Gatilho, após apontar uma arma com munição de festim para um torcedor rival. Fez 62 jogos e marcou 9 gols.
Voltou ao clube, atuando agora como treinador, substituindo Nelsinho Baptista em 1998, numa fase ruim dentro do campeonato brasileiro. Sua passagem apesar de passar longe da zona de rebaixamento, foi considerada fraca pela diretoria e torcedores, além da polêmica decisão de não permitir que Rogério Ceni fosse o cobrador de faltas. Por isso, no início de 1999 foi substituído por Paulo Cesar Carpegiani.
Atuou como técnico por mais de uma década, e se tornou comentarista dentro do grupo Fox Sports, que tinha na época os direitos de transmissão dos torneios da Conmebol. E assim como outros vários profissionais da imprensa, Mário Sérgio estava no mesmo voo que vitimou fatalmente os integrantes da equipe catarinense.
Com 66 anos, Mário Sérgio foi cremado em Itapecerica da Serra, São Paulo.
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| Mario Sergio treinador |
Daniel
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| Daniel |
Daniel Corrêa começou sua carreira no Cruzeiro, se destacou no botafogo e foi contratado pelo São Paulo em 2014. Foi titular durante um bom tempo, mas assim como boa parte do elenco, se lesionou e suas chances dentro do clube diminuíram bastante. Em 2015 foi emprestado para o Coritiba, em 2016 foi para a Ponte Preta e em 2017 foi novamente empresado, agora para o São Banto de Sorocaba.
Em 26 de Outubro de 2018, Daniel ainda atuando pelo São Bento, mas de férias, foi á uma boate na cidade de São José dos Pinhais, estado do Paraná, depois já na madrugada do dia 27 foi até a casa de uns amigos e o que aconteceu ali é um pouco confuso. De concreto existem áudios do jogador enviados para um amigo dizendo que estava numa casa com uma mulher no quarto, onde o marido estava na casa. Também enviou uma foto na cama com a mulher aparentemente dormindo. O depoimento do marido, foi que encontrou Daniel abusando sexualmente de sua esposa desacordada, e por isso espancou o jogador ainda na casa e depois decepou seu órgão genital e degolou sua cabeça. Uma tragédia que chocou o país, e que por mais que Daniel eventualmente estivesse fazendo coisa errada, recebeu uma punição bárbara, que lembrou períodos medievais.
Aos 24 anos, Daniel foi enterrado no Cemitério Nossa Senhora da Conceição, na cidade de Conselheiro Lafaiete, estado de Minas Gerais. Era bem provável que Daniel não voltasse ao São Paulo após o fim de seu contrato, mas ainda tinha uma vida inteira pela frente, mas teve sua vida ceifada em um crime brutal.
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| Daniel |
Edivaldo
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| Edivaldo |
Edivaldo Martins da Fonseca, chegou ao São Paulo em 1987, sendo campeão paulista em 87 e 89, minha lembrança dele jogando pelo São Paulo são de flashs, pois em 1990 foi jogar no futebol mexicano e voltou ao Brasil fazendo uma breve passagem no Atletico Mineiro e no Palmeiras, em 1993 foi jogar no futebol japonês.
Os relatos de pessoas que conviveram com Edvaldo na época, além de sua grande habilidade e rapidez no ataque, eram que ele sempre foi um cara ligado no 220, falador, divertido ao extremo e um mulherengo de mão cheia. Considerado um galã dos anos 80, chegou a namorar com Mariette, a assistente de palco do programa Viva a noite, a filha mais velha de Silvio Santos e uma filha de Roberto Carlos.
Em 14 de Janeiro de 1993, Edivaldo veio do Japão, passar férias no Brasil, tinha um apartamento em São Paulo no bairro do Itaim Bibi, assim que chegou, pegou seu carro e foi até a cidade de Cesário Lange, participar de um jogo amistoso festivo entre amigos que foi convidado. O natural seria que Edivaldo ficasse num hotel para passar a noite e voltar para São Paulo pela manhã, mas preferiu voltar á São Paulo na madrugada. Era uma madrugada chuvosa, próximo das 3 da manhã, na altura do KM 130 da Rodovia Castelo Branco, Edivaldo bateu seu Fiat Tempra em um caminhão, o carro entrou quase todo debaixo do caminhão que carregava lenha.
Há duas linhas bem diferentes da causa do acidente. A família do jogador moveu um processo contra a Fiat, pois uma semana após o acidente fatal, recebeu um documento que o seu Tempra que era zero km, precisava fazer um recall nos freios. Além disso outro argumento usado que a família se baseou ser um defeito do carro é que Edivaldo teve seu braço quebrado, por tentar se proteger no impacto.
Ao se defender, a Fiat alegou que Edivaldo teria dormido ao volante e é aí que a família argumenta que se tivesse dormindo ao volante, jamais tentaria se proteger da batida e apesar do perfil extravagante, Edivaldo não bebia nem usava drogas. A justiça alegou que a ação movida pela família de Edivaldo era com base circunstancial e não existia nada de forma concreta, provando falha mecânica em seu Tempra.
Seu grande amigo e companheiro de São Paulo o meia Lê, que chegou a dividir o apartamento com Edivaldo, alegou que era bem provável que ele realmente tenha dormido ao volante, pois chegou do Japão, num voo de 24 horas, dirigiu de São Paulo até a cidade de Cesário Lange que ficava cerca de 130 KM da Capital, jogou futebol e ainda voltou na madrugada. É possível que o cansaço o tenha vencido e assim ocorreu a fatalidade.
Com 30 anos, Edivaldo foi enterrado na cidade de Ipatinga em Minas Gerais.
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| Edivaldo |
Alexandre
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| Alexandre |
Para finalizar, um dos acidentes mais marcantes foi o do goleiro Alexandre, que chegou ao São Paulo ainda menino e passou a fazer parte do elenco profissional em 1991, na época o São Paulo tinha além de Alexandre, os goleiros Marquinhos e Rogério Ceni. Na campanha do primeiro título da Copa Libertadores da América em 1992, Zetti foi expulso no jogo de mata-mata contra o Nacional do Uruguai, no estádio centenário lotado e Alexandre entrou em seu lugar, segurou o resultado e ainda o substituiu no jogo seguinte. Foi aí que Alexandre chamou muita atenção da torcida, mostrando que mesmo muito jovem, já tinha condições de ser o goleiro tricolor. Um relato de Rogério Ceni muitos anos depois alegou que ele fazia defesas plásticas, daquelas que lembrava o goleiro Russo Aranha, era muito rápido, sabia jogar com os pés, e dizia ainda que Alexandre era muito melhor do que ele.
Na final da libertadores de 1992, o jogo foi para os pênaltis e Alexandre fazia gestos para Zetti do meio-campo, onde cada cobrador costumava bater, disse que tal situação foi fundamental naquela decisão.
No dia 17 de Julho de 1992, Alexandre comprou um Kadett zero km e foi até um churrasco na cidade de São Roque no interior de São Paulo. Já na manhã do dia 18 de julho de 1992, Alexandre decidiu voltar para casa, por volta das 6:30 da manhã no KM 13.5 da Rodovia Castelo Branco, Alexandre perdeu o controle de seu carro e colidiu com a mureta de proteção. Mesmo sendo socorrido e levado ainda com vida, o goleiro não resistiu aos ferimentos e morreu no hospital.
Não existia resquícios de embriaguez, nenhum vestígio de bebida alcoólica em seu sangue, as pessoas que estavam no churrasco, alegaram que Alexandre ficou acordado o tempo todo, e Sidnei Lobo, que era volante do clube na época e atualmente é auxiliar técnico de Mano Menezes, estava num outro carro dirigindo atrás dele, e viu o acidente. Mencionou que naquele momento, a estrada estava com baixa visibilidade, um nevoeiro tomava conta da pista. É muito provável que aquele clima contribuiu para que Alexandre tenha cochilado ao volante e colidiu seu carro contra a mureta. Segundo o jogador Macedo, Telê Santana ficou muito consternado com o ocorrido, os jogadores Sidnei, Menta e Suelio que estavam com ele neste churrasco foram afastados pelo técnico e não voltaram a jogar pelo São Paulo.
Alexandre tinha em seu bolso uma aliança de noivado, estava prestes a pedir sua namorada em casamento, mas infelizmente este pedido nunca aconteceu, pois aos 20 anos, Alexandre foi enterrado no cemitério da Saudade na cidade de Sorocaba, interior de São Paulo.
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| Alexandre |
Sinceramente, não sei se isso é comum em outros grandes clubes, mas sempre achei muito curioso essa triste coincidência que tem o São Paulo Futebol Clube com tantos jogadores que tiveram suas respectivas vidas ceifadas em acidentes automobilísticos, aéreos e até homicídio.
Casos inclusive que causaram o chamado efeito borboleta, onde se fossem evitados, o futuro do clube poderia ser um tanto quanto diferente.
Já imaginaram um São Paulo sem Rogério Ceni e com Alexandre após 96?
E se um dos goleiros acidentados em 2006 não tivessem viajado naquele dia, teria o São Paulo passado por tantos problemas na posição?
Edivaldo, se tivesse dormido no hotel hoje com toda certeza, seria sempre convidado ao camarote ídolos do estádio do Morumbi, como tantos outros grandes jogadores dos anos 70, 80 e 90.
Se o piloto da Lamia tivesse abastecido um pouco mais aquela aeronave, Caramelo teria voltado no ano seguinte para uma nova oportunidade? Mario Sergio ainda estaria por aqui comentando jogos? Daniel se não tivesse ido até aquela casa, estaria jogando em que time atualmente?
Fernandão se não tivesse entrado naquele helicóptero ainda seria comentarista atualmente?
Catê se tivesse evitado o acidente com seu Uno, seria hoje um bom treinador?
Infelizmente são muitas perguntas que nunca vamos ter nenhuma resposta, mas fica aqui o desejo de que essas pessoas que fizeram parte da história do clube, estejam todas em paz após deixarem este mundo de forma tão trágica.