sexta-feira, 31 de janeiro de 2025

Oscar Voltou!


Oscar depois de ficar milionário jogando na Europa e na China, voltou pro São Paulo.

Na verdade, Oscar nem tinha jogado como profissional, apesar de ser cria de Cotia, teve um atrito jurídico com o clube, que o fez negociar com o Inter. Naquela época, Oscar saiu pelas portas dos fundos do Morumbi. 
Então, diferente dos últimos grandes jogadores que voltaram pro clube, Oscar não é um cara querido pela torcida.

Já na casa dos trinta, vinha jogando no futebol chinês, que pouco se sabe qual a real qualidade do esporte jogado por lá. Estava pra escrever esse texto já há duas semanas, quando a notícia chegou. Mas acabei escrevendo hoje, quase uma semana depois do clássico vencido pelo clube por 3x1 contra o SCCP. Um golaço de Oscar e uma assistência no  primeiro gol. 

Ainda tenho meus pés atrás, considero que se trata de um jogador com a vida ganha e sem mercado Internacional, ou seja, sem ambição nenhuma. Mas gostei de sua atuação neste último clássico. Mostrou em um jogo, mais do que James Rodrigues, mostrou em toda sua passagem por aqui.

Espero que dê certo, pelo menos neste clássico, mostrou que sua técnica ainda está em dia.

sábado, 25 de janeiro de 2025

O que está acontecendo com a seleção?


Ontem, o Brasil foi goleado pela seleção da Argentina, num campeonato Sub-20, por 6x0.

Uma vergonha gigantesca, ser humilhado pelo seu maior rival, seja ela na categoria que for.

O maior culpado pelo momento vexatório do Brasil, é o presidente da CBF, que claramente não tem projeto algum para a seleção profissional e suas categorias de base.

Trouxe um treinador que nunca foi bom técnico em lugar nenhum que passou, nunca foi para a seleção quando era jogador e apareceu do nada comandando a nossa seleção. Ramon demonstrou ser muito, mas muito fraco.

Mas também não isentamos os jogadores. Inacreditável termos jogadores em campo, usando essa camisa, que se contentem em ser humilhados desta forma. 

O pior de tudo, é que não temos uma geração de jogadores ruins. É só olhar que a todo momento, jogadores jovens saem do Brasil para atuar nos melhores times da Europa. Claramente o problema não é a safra de jogadores, mas sim um enorme amadorismo administrativo, somado a indiferença de um elenco que não tem gana de jogar na seleção. Temos aos montes, exemplos de jogadores que são leões em seus times e ratinhos na seleção.

Eu, que sou um entusiasta de futebol de seleções, vejo um futuro cada vez mais tenebroso pra nossa seleção brasileira. 

sábado, 18 de janeiro de 2025

Onde foram parar esses bichos?


Lembro que quando era criança, lá no final dos anos 80 e durante toda a década de 90, via com muita frequência, animais que não vejo mais nos dias atuais.

Essa semana, uma borboleta voou na minha frente, achei algo inusitado, pois pelo menos aqui na Capital de São Paulo, é cada vez mais raro ver uma borboleta.

Foi aí que comecei a me lembrar, que na minha época de criança, a casa da minha avó, era cheia desses bichos que desapareceram.

O primeiro é o da Capa desse artigo. Havia noites de verão, que o quintal da minha avó, ficava repleto de vaga-lumes. Todos de olhos verdes, parecendo uma luminária ambulante. Uma pena não ter smartphone naquela época. Acho que faria vários stories dessas noites, onde via esses bichinhos simpáticos pelo quintal.

A área da garagem da casa de minha avó, tinha um jardim, ali tinham vários desses mini tatu bola. Lembro que sempre pegava eles e sentia as patinhas deles andando sobre minha mão. Quando fazia uma força, eles se fechavam e viravam uma bolinha. Depois soltava eles pelo jardim, que saíam andando pela terra.

O último eram esses mini caracóis. A parede dessa garagem e de todo o quintal de minha avó, era de azulejo. E esses bichos ficavam grudados na parede. Lembro que era raro ver algum deles se arrastando. Na maioria das vezes, ficavam grudados na parede e protegidos em sua casa. As vezes tirava eles da parede, fazia um barulho e ficava uma gosma nojenta na parede. Minha avó sempre falava pra não mexer nesses bichos, pois eles transmitiam doenças. Mas nunca tive nada depois de tirar um caracol da parede.

O que pesquisei sobre o motivo do sumiço desses bichos, é similar ao das borboletas e tantos outros. Há trinta e tantos anos atrás, São Paulo ainda não era esse antro de condomínios a cada quarteirão. Existiam casas com amplos jardins, que faziam esses animaizinhos simpáticos conviverem nos quintais dos humanos. Atualmente esses bichos desapareceram da área urbana, devido a escassez de área verde.

Enfim, fui uma criança criada em uma metrópole, mas minha geração ainda permitia ter contato com esse tipo de coisa. 

sábado, 11 de janeiro de 2025

Escrever sobre o que?



As vezes sinto vontade de escrever. Escrever qualquer coisa, o que tiver vontade. Estava lendo um livro e parei pra começar a escrever esse texto. Escrever sobre saudade… saudades de uma época que fui feliz, que não tinha angústias, remorsos, arrependimentos ou sensação de tempo desperdiçado. 

Escrever sobre saudades de pessoas que perdi o contato, mas que estão por aí, vivendo suas respectivas vidas.

Escrever sobre saudades de quem já partiu. De pessoas que jamais imaginei sentir falta e que hoje sinto uma dor enorme em não ter mais por perto, nem pra um mísero boa noite, uma visita num almoço de domingo, assistir juntos a um jogo de futebol, um filme, uma reportagem do fantástico, um café numa tarde qualquer. 

Saudades daquilo que hoje é impossível. Saudade de algo tão corriqueiro de outrora e que hoje não existe mais.O que fazer com isso? Por que conviver com a saudade é algo tão difícil? 

Me resta escrever, embora não estanque o sentimento, serve ao menos como um desabafo. Um grito no deserto, que ecoa pelo ar, sem que alguém possa ouvir.

Por que não escrever sobre momentos felizes? Sobre situações que empolgam? Sobre crises de riso. Sobre emoções que não entristecem? 

As vezes a necessidade de escrever é essa. Seja pelo que for. Escrever por escrever é o que importa. Assim como o Padre Mackenzie, que escreveu o sermão na morte de Eleanor Rigby, e que ninguém ouviu, aqui faço o mesmo… “escrevo mais para me ler, do que para ser lido”. Já dizia minha querida amiga Raquel.






sábado, 4 de janeiro de 2025

2025 - O que pretendo


2025, pretendo continuar algumas coisas que comecei em 2024.

Pretendo manter a atenção ao meu emprego, seguir cuidando da minha espiritualidade, aprimorá-la de fato,  criando o hábito de ir semanalmente ao centro espírita.

Voltar a fazer coisas que não faço há tempos, como ir ao cinema, sair com amigos, comer fora... coisas básicas do passado que foram interrompidas há um tempo.

Pretendo e preciso ir a um centro do CHF, onde vários documentos do Family Seacrh só permitem o acesso em um desses centros e com isso, desatar os nós de antepassados que não consegui descobrir sua história.  Espero muito ter informações precisas sobre meus antepassados Messias Tobias Rosa, Leopoldo Moraes e Jacinta Quintina. 

Espero continuar sonhando com as pessoas que costumo sonhar, até com outras que foram tão próximas e não tenho o mesmo hábito, mas que já partiram também. Por isso considero importante me aprofundar ainda mais em minha espiritualidade. 

Quero escrever pelo menos mais um livro, já que escrevi dois, no ano passado. Ainda não faço ideia de qual gênero será, e tão pouco sobre sua história. 

Também espero plena saúde e felicidade para todas as pessoas que amo.

 E é isso, fazer o meu 2025, melhor que os últimos anos.

Na última semana deste ano, volto aqui para saber se atingi o desejo.

Minha hérnia de Disco

Há alguns meses, senti uma dor nas costas, comecei a tomar um analgésico, que fazia a dor passar por um tempo, mas ela voltava. ...