Setembro está no final, mas foi um mês que tive três sonhos com três pessoas que já partiram deste mundo e continuam me visitando dessa forma.
Poderia até fazer uma parte dois, daquele texto que fiz, contando alguns sonhos que tive justamente com essas pessoas. Mas resolvi começar do zero e registrar aqui, sempre que sonhar de forma tão marcante e relevante como aconteceu nas minhas noites de setembro.
Começarei pelo meu querido pai e os outros dois farei em outros textos. Cada um foi bem específico e sem nenhum vínculo, então achei por bem, contar um sonho em cada texto.
O sonho em si, não tem nada demais. Geralmente meu pai, aparece nos meus sonhos, comigo consciente de que ele já havia partido, não foi diferente dessa vez.
Lembro que estava no meu quarto que quando criança, dividia com meu irmão, e vi uma barata na parede. Sabendo do meu medo de baratas e com meu irmão deitado na cama dormindo, meu pai apareceu e me disse.
“Como vamos matar essa barata?” Lembro de ter respondido que tentaria dar uma chinelada, mas se ela corresse, iria subir no meu irmão.
De fato, tentei a chinelada e a barata correu, meu irmão pulou da cama e nós três rimos juntos da cena.
Não me recordo como o sonho terminou, mas novamente tinha consciência, que meu pai estava ali, como um visitante, alguém que apareceu dessa forma, comigo ciente de sua atual situação.
Acordei feliz pela visita e pela história engraçada. Se caso esteja lendo esse texto, meu querido pai… volte mais vezes.
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