Morreu essa semana, na segunda-feira, pós Páscoa, o Papa Francisco, aos 88 anos.
Foi considerado o Papa mais inclusivo e reformista da história da igreja católica.
Eu discordava de muita bobagem que ele dizia ao longo desses 12 anos em que esteve no Vaticano. Mas é inegável a importância e grande importância que ele teve para a igreja católica neste período.
Era corajoso nas declarações, decisões e ainda tinha um carisma incrível.
Nos meus 41 anos, esse é o terceiro Papa que vi morrer. Venho de uma família católica, de todos os lados. Tenho uma mãe, que é católica fervorosa, então, mesmo me considerando espírita, já há alguns anos, esse universo da igreja católica sempre foi muito presente em minha vida.
O conclave deve acontecer já na primeira quinzena de maio e geralmente, ninguém acerta quem deve ser o novo Papa, escolhido pelos membros votantes no Vaticano. Mas se fosse pra dar um palpite, após a morte deste Papa, acho mais provável, que o escolhido deva ser um asiático ou um africano. Apesar deste último Papa ser argentino, todos eles parecem levar um padrão europeu, um visual que quase não se modifica.
Manter essa ideia de inclusão de Francisco, mesmo que seja com um Papa com ideias mais conservadoras, é o que imagino que deva acontecer. Torço para que seja um Papa com essas características.
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