Logo quando Round 6 estourou na Netflix, me lembro de ter assistido numa porrada só. Maratonei e no dia seguinte escrevi um texto,que publiquei no meu Instagram, repleto de elogios ao roteiro e atuações que esta obra havia nos proporcionado.
A grande maioria dos comentários, concordaram com o que havia escrito. Mas uma pessoa, foi frontalmente contrária ao que opinei. Justamente minha saudosa e grande amiga Raquel.
Me lembro que ela respondeu, descendo a lenha na série e no mesmo dia, veio me questionar no whatsapp se eu havia me sentido ofendido pelo que ela disse
É óbvio que jamais iria me ofender com a opinião dela, independente de ser contrária à minha. Eu juro que até me diverti com a resposta que ela deu. Saudades da Quelzinha.
Mas nesta semana, finalizei a terceira e última temporada. Posso dizer que ainda gostei dos jogos, achei muito bem elaborados e seguia a mesma proposta da primeira temporada, onde o roteiro não poupava o choque ao seu espctador.
Porém, o caminho que tomaram, referente as escolhas que os personagens faziam foram terríveis.
Uma bizarrice, a moça ter parido no meio do jogo, depois o bebê pessimamente feito por IA, lembrando esses bebês reborns, seguindo na trama, como se nao precisassem de nenhum cuidado médico, foi de doer.
O final em si, foi tenebroso, o cara se jogar pra salvar o bebê, foi de fato, uma tremenda porcaria. Fora o tal policial que levou duas temporadas para chegar na ilha e só chegou, depois que o jogo havia encerrado. Uma inutilidade descomunal.
Triste demais, ver uma série finalizar tão mal. Bastava copiar qualquer final de filme de ação dos anos 80, que seria algo mais digno do que essa porcaria que o roteiro apresentou para o término da série.
Hoje, se minha querida amiga Raquel estivesse por aqui, com certeza lhe diria:
-- Quelzinha, você tinha razão!
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