Depois de ler o diario e os últimos meses de vida de Anne Frank, resolvi entrar de cabeça na história documental, de investigadores que passaram anos, procurando indícios sobre quem denunciou as oito pessoas escondidas no anexo secreto em Amsterdã.
O livro detalha muito bem a investigação e elenca os principais suspeitos.
Há sempre denúncias falsas, pistas que não se sustentam, mas apesar de a investigação não bater o martelo, com provas concretas de quem foi o delator, o livro coloca ao menos quatro suspeitos reais do quem poderia ter feito isso, sendo o principal Arnold Van Den Bergh, um judeu que trabalhava como membro do conselho judaico, que para não ser preso e ter sua família enviada para o campo de concentração, delatou o endereço do anexo, como provável local de esconderijo de judeus.
A história soube me prender até o final, mesmo não chegando à uma conclusão final.
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